- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 30024,2%
- Materiais impressosR$ 16012,9%
- Materiais impressosR$ 13010,5%
- Outras 2 categoriasR$ 65052,4%
Campolim Ramos (Campolim Pereira Ramos) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Tupanci do Sul/RS e foi eleito com 73 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Tupanci do Sul/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 130 de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 500), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300) e publicidade por materiais impressos (R$ 160).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Campolim Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Tupanci do Sul (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 130 de outros recursos do partido e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 500) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.