Eduardo Siqueira Campos

Foto de José Eduardo de Siqueira Campos
Eduardo Siqueira Campos
José Eduardo de Siqueira Campos (nome civil)
6 eleições entre 1990 e 2024 · último partido PODE
65 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eduardo Siqueira Campos (José Eduardo de Siqueira Campos) disputou 6 eleições entre 1990 e 2024, para prefeito, deputado estadual, senador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Palmas em 2024; deputado estadual em 2018 e 2014; senador em 1998; deputado federal em 1990. A maior votação foi em 1998, para senador por TO: 291.624 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Palmas/TO, declarou R$ 4 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 850 mil do Fundo Partidário, R$ 136 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,6 milhões), eventos de promoção da candidatura (R$ 764 mil) e pessoal (R$ 629 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 357 mil em 2018 e R$ 1,5 milhão em 2014.

Prefeito · 2024
78.673
votos · Palmas, Tocantins
ELEITO2º TURNO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

51.344 votos em 2024 · 6 eleições

A votação de José Eduardo de Siqueira Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 4 milhões em receitas · R$ 5,3 milhões em gastos contratados

Eduardo Siqueira Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Tocantins em 2006, deputado estadual por Tocantins em 2014 e 2018, e prefeito em Palmas (TO) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 4 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 850 mil do Fundo Partidário, R$ 136 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,6 milhões) e eventos de promoção da candidatura (R$ 764 mil). Em 2018, R$ 357 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 1,5 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 4 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5,3 milhõescontratados
Gastos em 2018R$ 357 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2014, 2018 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 milhões
7 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · Fundo Partidário 21% · pessoas 3% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5,3 milhões
pago: R$ 3,9 milhões (74%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,6 milhões48,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 764 mil14,4%
  • PessoalR$ 629 mil11,8%
  • Serviços de terceirosR$ 457 mil8,6%
  • Outras 12 categoriasR$ 905 mil17,0%
2018Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 178 mil
23 doadores pessoas físicas
FEFC 2% · Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 46% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 357 mil
pago: R$ 133 mil (37%)
  • Publicidade por adesivosR$ 138 mil38,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 47 mil13,1%
  • Materiais impressosR$ 43 mil12,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil9,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil27,1%
2014Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 7% · empresas 82% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 293 mil20,1%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 254 mil17,5%
  • Materiais impressosR$ 216 mil14,8%
  • PessoalR$ 174 mil11,9%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 519 mil35,7%
Ver a campanha anterior
2006Senador, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
3.456 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 22% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 137 mil4,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 133 mil4,7%
  • Materiais impressosR$ 58 mil2,0%
  • ComíciosR$ 49 mil1,7%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,5 milhões86,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892