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Quinho

Foto de José Henrique Silva Tigre
Quinho
José Henrique Silva Tigre (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2026 · último partido PSD
45 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Pecuarista
Candidato a Deputado Estadual · Bahia · Eleições 2026 · PSD · nº 55455
redes informadas ao TSE

Quinho (PSD) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 56.183 votos, pelo resultado oficial do TSE. Quinho (José Henrique Silva Tigre) disputou 5 eleições entre 2008 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Belo Campo em 2020 e 2016; vice-prefeito de Belo Campo em 2008. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por BA: 56.183 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 213 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 49 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 105 mil em 2020 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 159 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

56.183 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de José Henrique Silva Tigre em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 213 mil em receitas · R$ 173 mil em gastos contratados

Quinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Belo Campo (BA) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 213 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 173 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil); R$ 66 mil já foram pagos. Em 2020, 47% dos R$ 105 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 159 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 213 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 173 milcontratados, parcial; R$ 66 mil pagos
Gastos em 2020R$ 105 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 213 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · pessoas 1% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 173 mil
pago até agora: R$ 66 mil (38%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 49 mil28,3%
  • Materiais impressosR$ 20 mil11,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil11,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil8,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 70 mil40,4%
2020Prefeito, Belo Campo (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 106 mil
15 doadores pessoas físicas
FEFC 36% · pessoas 42% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 105 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 49 mil46,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil13,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 11 mil10,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil10,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 20 mil19,0%
2016Prefeito, Belo Campo (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 159 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 25% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 159 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 37 mil23,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 28 mil17,6%
  • ComíciosR$ 17 mil10,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil9,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 33 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 63 mil39,7%
Ver a campanha anterior
2012Prefeito, Belo Campo (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 230 mil
30 doadores pessoas físicas
pessoas 55% · empresas 10% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 108 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 36 mil33,2%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil21,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil20,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil10,5%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil14,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.