- Materiais impressosR$ 31 mil24,9%
- Publicidade por adesivosR$ 22 mil17,7%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 20 mil16,3%
- Serviços contábeisR$ 10 mil8,3%
- Outras 12 categoriasR$ 40 mil32,8%
Lucio Borges (Lucio Flavio Borges) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Palmeira das Missões em 2016. Na campanha de 2020 para prefeito em Palmeira das Missões/RS, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 62 mil de doações privadas (13 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), publicidade por adesivos (R$ 22 mil) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 20 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lucio Flavio Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lucio Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Palmeira das Missões (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 132 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil de outros recursos do partido, R$ 62 mil de doações privadas (13 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e publicidade por adesivos (R$ 22 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.