Milton

Foto de Milton da Silva Oliveira
Milton
Milton da Silva Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PSD
43 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton (Milton da Silva Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Vera Mendes em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Vera Mendes/PI: 1.553 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Vera Mendes/PI, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), publicidade por adesivos (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 15 mil, 44% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

1.440 votos em 2016 (eleito) · 2 eleições

A votação de Milton da Silva Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 34 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos contratados

Milton declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Vera Mendes (PI) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por adesivos (R$ 6 mil). Em 2012, 44% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 34 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 34 milcontratados
Gastos em 2012R$ 15 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Vera Mendes (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil26,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil18,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil14,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil7,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil32,9%
2012Prefeito, Vera Mendes (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
31 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil44,1%
  • Materiais impressosR$ 4 mil28,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil19,4%
  • ComíciosR$ 1 mil8,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892