Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Joba (João Batista Beltrame) disputou 6 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual, deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Maringá em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por PR: 29.066 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PR, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 896 do Fundo Partidário, R$ 942 de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), correspondências e despesas postais (R$ 20 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.973 votos em 2014 · 6 eleições
A votação de João Batista Beltrame em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 52 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos contratados
Professor Joba declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Paraná em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 896 do Fundo Partidário, R$ 942 de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 20 mil).
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 50% · empresas 24% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 20 mil39,7%
Correspondências e despesas postaisR$ 20 mil39,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil10,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil3,1%
Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil7,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 200620.147não eleitoGPR · 54 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 4343 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2004NÃO ELEITO7.799LMaringá, Paraná · 52 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 43 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE29.066GPR · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 4323 · ver resultado completo
Coligação: PPS / PV
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA1.715LMaringá, Paraná · 48 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PMDB · nº 15699 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE6.915GPR · 46 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMDB · nº 15199 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PRTB / PSN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.