- Materiais impressosR$ 348 mil63,4%
- Serviços advocatíciosR$ 78 mil14,2%
- Serviços de terceirosR$ 68 mil12,4%
- Serviços contábeisR$ 45 mil8,2%
- Outras 2 categoriasR$ 10 mil1,8%
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Yuri Faro (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Pará em 2026, com 84.120 votos, segundo os dados do TSE. Yuri Faro (Yuri Roberto Furtado Faro) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputado federal e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Acará em 2024. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 816 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 348 mil), serviços advocatícios (R$ 78 mil) e serviços de terceiros (R$ 68 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Yuri Roberto Furtado Faro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Yuri Faro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Pará em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 816 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 549 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 348 mil) e serviços advocatícios (R$ 78 mil); R$ 429 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto