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Adalberto do Viquinho

Adalberto Rodrigues da Fonseca (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PR
44 anos em 2008 · Masculino · Ensino fundamental completo
Prefeito

Adalberto do Viquinho (Adalberto Rodrigues da Fonseca) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Cláudio em 2008 e 2004; vice-prefeito de Cláudio em 2000; vereador de Cláudio em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cláudio/MG: 7.307 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Cláudio/MG, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 50 de empresas e R$ 118 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com pessoal (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e comícios (R$ 9 mil).

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Evolução da votação nas eleições

7.307 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições

A votação de Adalberto Rodrigues da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 122 mil em receitas · R$ 122 mil em gastos contratados

Adalberto do Viquinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cláudio (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 50 de empresas e R$ 118 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com pessoal (R$ 41 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil).

Receitas em 2008R$ 122 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 122 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Prefeito, Cláudio (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 122 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · empresas menos de 1% · próprios 97%
Gasto contratado
R$ 122 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 41 mil33,5%
  • Materiais impressosR$ 24 mil19,3%
  • ComíciosR$ 9 mil7,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil6,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 316 lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil33,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

Perguntas frequentes sobre Adalberto do Viquinho

Respostas curtas, com os números desta página.

Adalberto do Viquinho já foi eleito?

Sim. Adalberto do Viquinho foi eleito 4 vezes: prefeito de Cláudio em 2008 e 2004; vice-prefeito de Cláudio em 2000; vereador de Cláudio em 1996. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quantos votos Adalberto do Viquinho teve na última eleição?

Em 2008, para prefeito em Cláudio/MG, Adalberto do Viquinho teve 7.307 votos e foi eleito. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quais são as receitas e os gastos contratados de Adalberto do Viquinho na campanha de 2008?

Na campanha de 2008 para prefeito em Cláudio/MG, Adalberto do Viquinho declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (12 doadores), R$ 50 de empresas e R$ 118 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com pessoal (R$ 41 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e comícios (R$ 9 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Em quantas campanhas Adalberto do Viquinho declarou receitas e gastos?

Adalberto do Viquinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cláudio (MG) em 2008.

Qual foi a maior votação de Adalberto do Viquinho?

Segundo os dados do TSE, a maior votação de Adalberto do Viquinho foi em 2008, para prefeito em Cláudio (MG): 7.307 votos. Ver todas as eleições ›

Para quais cargos Adalberto do Viquinho já foi candidato?

Segundo os dados do TSE, Adalberto do Viquinho disputou 4 eleições, de 1996 a 2008: vereador em Cláudio (MG) em 1996; vice-prefeito em Cláudio (MG) em 2000; prefeito em Cláudio (MG) em 2004 e 2008. Foi eleito 4 vezes. Ver as candidaturas ›

Por quais partidos Adalberto do Viquinho já concorreu?

Segundo os dados do TSE, Adalberto do Viquinho concorreu pelo PFL em 1996 e 2000, pelo PL em 2004 e pelo PR em 2008. Ver as candidaturas ›

Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.