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Foto de Ilson Felipe Tomé

Tomé

Ilson Felipe Tomé (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PV
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário

É Tomé ou faz parte da equipe? Fale com o Radar do Voto ›

Tomé (Ilson Felipe Tomé) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Comodoro/MT, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil).

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Evolução da votação nas eleições

116 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Ilson Felipe Tomé em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Tomé declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Comodoro (MT) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 9 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Comodoro (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 60% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil25,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil15,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil13,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil11,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 3 mil34,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

Perguntas frequentes sobre Tomé

Respostas curtas, com os números desta página.

Tomé já foi eleito?

Nos resultados do TSE, Tomé não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.

Quantos votos Tomé teve na última eleição?

Em 2016, para vereador em Comodoro/MT, Tomé teve 116 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Quais são as receitas e os gastos contratados de Tomé na campanha de 2016?

Na campanha de 2016 para vereador em Comodoro/MT, Tomé declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.

Em quantas campanhas Tomé declarou receitas e gastos?

Tomé declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Comodoro (MT) em 2016.

Para quais cargos Tomé já foi candidato?

Segundo os dados do TSE, Tomé disputou 2 eleições, de 2016 a 2020: vereador em Comodoro (MT) em 2016; vice-prefeito em Comodoro (MT) em 2020. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›

Por quais partidos Tomé já concorreu?

Segundo os dados do TSE, Tomé concorreu pelo PV em 2016 e 2020. Ver as candidaturas ›

Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.