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Foto de Christian Elizandro Souza Costa

Christian

Christian Elizandro Souza Costa (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2024 · último partido PL
47 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Christian (Christian Elizandro Souza Costa) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MG: 13.412 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Congonhas/MG, declarou R$ 617 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 259 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 617 mil, principalmente com pessoal (R$ 205 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 293 mil em 2022 (69% com pessoal) e R$ 377 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

10.379 votos em 2024 · 5 eleições

A votação de Christian Elizandro Souza Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 617 mil em receitas · R$ 617 mil em gastos

Christian declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Congonhas (MG) em 2008, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 617 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 259 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 58 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 617 mil, principalmente com pessoal (R$ 205 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 153 mil). Em 2022, 69% dos R$ 293 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, R$ 377 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 617 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 617 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 293 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2020, 2022 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 617 mil
16 doadores pessoas físicas
FEFC 49% · pessoas 42% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 617 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 205 mil33,2%
  • Materiais impressosR$ 153 mil24,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 32 mil5,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil3,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 130 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 206 mil33,5%
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 293 mil
doações de pessoas
FEFC 7% · partido e outras campanhas 26% · pessoas 27% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 293 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 202 mil69,0%
  • Materiais impressosR$ 33 mil11,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil7,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 7 mil2,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil10,1%
2020Prefeito, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 377 mil
42 doadores pessoas físicas
FEFC 5% · partido 11% · pessoas 72% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 377 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 133 mil35,3%
  • Serviços de terceirosR$ 69 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 67 mil17,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 34 mil9,0%
  • Outras 15 categoriasR$ 75 mil19,8%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Congonhas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 7% · empresas 77% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 89 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 60 mil67,2%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil3,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil3,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1010,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil26,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.