China A Boa

Foto de Carlos Henrique Silva Mendonça
China A Boa
Carlos Henrique Silva Mendonça (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido DEM
39 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Agente Administrativo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, China A Boa (Carlos Henrique Silva Mendonça) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Maruim/SE: 84 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Maruim/SE, declarou R$ 680 em receitas: R$ 230 de outras campanhas e R$ 450 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 443, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 240), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 3). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 390.

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Evolução da votação nas eleições

52 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Carlos Henrique Silva Mendonça em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 680 em receitas · R$ 443 em gastos

China A Boa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Maruim (SE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 680 em receitas: R$ 230 de outras campanhas e R$ 450 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 443, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 240) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 200). Em 2016, R$ 390 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 680campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 443campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 390contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Maruim (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 680
doações de pessoas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 66%
Gasto contratado
R$ 443
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 24054,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20045,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,7%
2016Vereador, Maruim (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 390
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 390
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15038,5%
  • Serviços de terceirosR$ 5012,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 190 lançados como "diversas a especificar"R$ 19048,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892