Ines

Foto de Maria Ines do Rosario Brito
Ines
Maria Ines do Rosario Brito (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2012 · PT
41 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ines (Maria Inês do Rosário Brito) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para prefeita, deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: prefeita de Ceres em 2012; vice-prefeita de Ceres em 2008 e 2004; vereadora de Ceres em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por GO: 11.190 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Ceres/GO, declarou R$ 275 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 204 mil de doações privadas (48 doadores), R$ 43 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 20 mil) e serviços de terceiros (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 96 mil em 2010 e R$ 50 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

6.233 votos em 2012 (eleita) · 7 eleições

A votação de Maria Ines do Rosario Brito em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 275 mil em receitas · R$ 128 mil em gastos contratados

Ines declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Goiás em 2006 e 2010, e prefeita em Ceres (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 275 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 204 mil de doações privadas (48 doadores), R$ 43 mil de empresas e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 20 mil). Em 2010, R$ 96 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 50 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 275 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 128 milcontratados
Gastos em 2010R$ 96 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeita, Ceres (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 275 mil
48 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 74% · empresas 16% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 128 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29 mil22,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20 mil15,2%
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil14,0%
  • ComíciosR$ 16 mil12,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil35,3%
2010Deputada estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 96 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 32% · pessoas 27% · empresas 17% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 96 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 37 mil38,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 13 mil13,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil8,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,2%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil34,9%
2006Deputada estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 47% · empresas 32%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil29,5%
  • PessoalR$ 7 mil14,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil12,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil3,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 20 mil39,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleita em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892