João Alfredo da Silva

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João Alfredo da Silva
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido DEM
66 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Produtor Agropecuário
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João Alfredo (João Alfredo da Silva) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Dom Bosco em 2016 e 2012; prefeito de Dom Bosco em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Dom Bosco/MG: 1.719 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Dom Bosco/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 697) e publicidade por materiais impressos (R$ 345). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (52% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 64 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

171 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de João Alfredo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

João Alfredo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Dom Bosco (MG) em 2008, e vereador em Dom Bosco (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 697). Em 2012, 52% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, R$ 64 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 28% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3459,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil90,3%
2012Vereador, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 21% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1855,7%
  • Materiais impressosR$ 1504,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil89,7%
2008Prefeito, Dom Bosco (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
33 doadores pessoas físicas
pessoas 47% · empresas 6% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 22 mil34,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil13,1%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil2,8%
  • Serviços de terceirosR$ 8001,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil48,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885