- Materiais impressosR$ 420 mil25,9%
- PessoalR$ 324 mil20,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 225 mil13,9%
- Serviços de terceirosR$ 81 mil5,0%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 327 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 572 mil35,3%
Já tem conta? Entrar
Felipe Camozzato (NOVO) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 85.167 votos, pelo resultado oficial do TSE. Felipe Camozzato (Felipe Zortéa Camozzato) disputou 5 eleições entre 2016 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2026; deputado estadual em 2022; vereador de Porto Alegre em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RS: 85.167 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 8 milhões em 62 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 31 municípios; 55% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 785 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 345 mil do Fundo Partidário, R$ 716 mil de outros recursos do partido e R$ 361 mil de doações privadas (56 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 420 mil), pessoal (R$ 324 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 225 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 702 mil em 2024 (55% com serviços de terceiros) e R$ 490 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Felipe Zortéa Camozzato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Felipe Camozzato declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2016 e 2020, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022, prefeito em Porto Alegre (RS) em 2024, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,2 milhões em receitas: R$ 785 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 345 mil do Fundo Partidário, R$ 716 mil de outros recursos do partido e R$ 361 mil de doações privadas (56 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 420 mil) e pessoal (R$ 324 mil); R$ 1,4 milhão já foram pagos. Em 2024, 55% dos R$ 702 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2022, R$ 490 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Felipe Camozzato indicou R$ 8 milhões em 62 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 31 municípios. Até a coleta na fonte, 55% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Caçapava do Sul e Caxias do Sul.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 1,5 milhão | 37% | 28 | 22 |
| 2025 | R$ 2 milhões | R$ 1,4 milhão | 72% | 15 | 12 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,4 milhão | 72% | 19 | 12 |
| Total | R$ 8 milhões | R$ 4,4 milhões | 55% | 62 | 31 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto