Ricardo Jobim

Foto de Ricardo Munarski Jobim
Ricardo Jobim
Ricardo Munarski Jobim (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2026 · último partido NOVO
51 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
Candidato a 2º Suplente · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · NOVO · nº 300
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardo Jobim (Ricardo Munarski Jobim) disputou 2 eleições entre 2004 e 2022, para governador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Em 2026, foi candidato a 2º suplente por RS pelo NOVO. Na campanha de 2022 para governador por RS, declarou R$ 303 mil em receitas: R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 86 mil de doações privadas (47 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 112 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil), serviços de terceiros (R$ 65 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 34 mil).

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Evolução da votação nas eleições

38.887 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Ricardo Munarski Jobim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoGovernadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 303 mil em receitas · R$ 304 mil em gastos contratados

Ricardo Jobim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Rio Grande do Sul em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 303 mil em receitas: R$ 105 mil de outras campanhas, R$ 86 mil de doações privadas (47 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 112 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e serviços de terceiros (R$ 65 mil).

Receitas em 2022R$ 303 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 304 milcontratados
Campanhas12022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 303 mil
47 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 35% · pessoas 29% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 304 mil
pago: R$ 301 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 92 mil30,4%
  • Serviços de terceirosR$ 65 mil21,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 34 mil11,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 23 mil7,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 89 mil29,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892