- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil48,5%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil28,7%
- Serviços de terceirosR$ 40011,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 3008,6%
- Outras 3 categoriasR$ 972,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilsinho do Ze Quinca (Gilcimar Honorio de Souza) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Piedade de Caratinga em 2012. Na campanha de 2016 para vereador em Piedade de Caratinga/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 80 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 400). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 940, 100% com publicidade por materiais impressos.
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Gilsinho do Ze Quinca declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Piedade de Caratinga (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 80 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 1 mil). Em 2012, 100% dos R$ 940 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.