Professor Joao Emilio (João Emílio Silva) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em Curitiba/PR: 2.696 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 450) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 41). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2012 (51% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 5 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.421 votos em 2016 · 4 eleições
A votação de Joao Emilio Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados
Professor Joao Emilio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Curitiba (PR) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 450). Em 2012, 51% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 36% · pessoas 21% · empresas 38% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 1 mil26,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 79615,3%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 751,4%
Outras 1 categoriaR$ 3 mil56,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016SUPLENTE2.421LCuritiba, Paraná · 56 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PMN · nº 33004 · ver resultado completo
Vereador · 2012SUPLENTE2.680LCuritiba, Paraná · 52 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PP · nº 11004 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008SUPLENTE2.223LCuritiba, Paraná · 48 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PDT · nº 12004 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE2.696LCuritiba, Paraná · 44 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PDT · nº 12004 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.