Buscar

Foto de Judisnei Alves de Souza

Dedê Alves

Judisnei Alves de Souza (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PP
49 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Produtor Agropecuário

Dedê Alves (Judisnei Alves de Souza) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Buritirama em 2024; prefeito de Buritirama em 2016; vereador de Buritirama em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Buritirama/BA: 5.613 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Buritirama/BA, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 14 mil) e serviços contábeis (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 47 mil em 2016 e R$ 8 mil em 2012.

Vice-Prefeito · 2024
6.458
votos · Buritirama, Bahia · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

5.139 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Judisnei Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 37 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos contratados

Dedê Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Buritirama (BA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 17 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 14 mil). Em 2016, R$ 47 mil em gastos contratados; em 2012, 58% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 82 milcontratados
Gastos em 2016R$ 47 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Buritirama (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 54% · pessoas 46%
Gasto contratado
R$ 82 mil
pago: R$ 34 mil (42%)
  • Materiais impressosR$ 32 mil39,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 14 mil17,0%
  • Serviços contábeisR$ 14 mil16,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil7,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 16 mil20,0%
2016Prefeito, Buritirama (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
11 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 53% · pessoas 47%
Gasto contratado
R$ 47 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 15 mil32,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil14,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil10,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil9,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil33,4%
2012Prefeito, Buritirama (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 3% · empresas 57% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil58,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil18,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil23,5%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Buritirama (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil97,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 362,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2016 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.