Buscar

Foto de Ana Paula Correa Marques Rechuan

Dra. Ana Paula Rechuan

Ana Paula Correa Marques Rechuan (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2024 · último partido PSD
53 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Dra. Ana Paula Rechuan (Ana Paula Correa Marques Rechuan) disputou 2 eleições entre 2014 e 2024, para vice-prefeita e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 626 mil em receitas: R$ 71 mil de outras campanhas, R$ 206 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 329 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 626 mil, principalmente com pessoal (R$ 135 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 118 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 94 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

39.803 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Ana Paula Correa Marques Rechuan em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 626 mil em receitas · R$ 626 mil em gastos contratados

Dra. Ana Paula Rechuan declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 626 mil em receitas: R$ 71 mil de outras campanhas, R$ 206 mil de doações privadas (22 doadores), R$ 329 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 626 mil, principalmente com pessoal (R$ 135 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 118 mil).

Receitas em 2014R$ 626 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 626 milcontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 626 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 33% · empresas 53% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 626 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 135 mil21,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 118 mil18,9%
  • Materiais impressosR$ 94 mil15,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 83 mil13,3%
  • Outras 11 categoriasR$ 196 mil31,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.