Carlucho

Foto de Manoel Carlos dos Santos
Carlucho
Manoel Carlos dos Santos (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2020 · PSB
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlucho (Manoel Carlos dos Santos) disputou 9 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual e 1º suplente senador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Lauro de Freitas em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por BA: 13.520 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Lauro de Freitas/BA, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 39 mil em 2012 e R$ 223 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

609 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Manoel Carlos dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 17 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Carlucho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Lauro de Freitas (BA) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Bahia em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2012, R$ 39 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 223 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 17 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 39 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Lauro de Freitas (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 9% · partido 60% · pessoas 16% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 9 mil74,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil16,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil8,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 440,4%
2012Vereador, Lauro de Freitas (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 83 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 47% · empresas 7% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 10 mil25,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil15,5%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil11,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 8 mil19,9%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 224 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 11% · empresas 36% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 223 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 78 mil34,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 46 mil20,6%
  • Materiais impressosR$ 19 mil8,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil5,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 49 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 68 mil30,4%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Lauro de Freitas (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 65% · empresas 2% · próprios 9% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil18,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil12,0%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil4,9%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil59,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892