Manoel Palma (Manoel Araújo Palma) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Pium em 2024 e 2008; prefeito de Pium em 2012; vereador de Pium em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pium/TO: 2.082 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Pium/TO, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 41 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 7 mil) e serviços advocatícios (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2016 e R$ 51 mil em 2012.
votos · Pium, Tocantins · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
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Evolução da votação nas eleições
771 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Manoel Araujo Palma em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 59 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos
Manoel Palma declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Pium (TO) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 41 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 8 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 7 mil). Em 2016, R$ 72 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 51 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 47 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 72 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 79% · empresas 6% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil26,4%
Materiais impressosR$ 10 mil20,6%
Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil19,7%
Publicidade por carros de somR$ 5 mil9,8%
Outras 11 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil23,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO258LPium, Tocantins · 31 anos · Ensino médio completo · Servidor Publico Municipal · PFL · nº 25665 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PSDB / PL / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.