Professora Silvana Conti

Foto de Silvana Brazeiro Conti
Professora Silvana Conti
Silvana Brazeiro Conti (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2018 · PC do B
54 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Silvana Conti (Silvana Brazeiro Conti) disputou 3 eleições entre 2012 e 2018, para deputada federal, vice-prefeita e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por RS: 8.077 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por RS, declarou R$ 199 mil em receitas: R$ 77 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 42 mil do Fundo Partidário, R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (75 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com pessoal (R$ 126 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 25 mil, 58% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

8.077 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Silvana Brazeiro Conti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 199 mil em receitas · R$ 186 mil em gastos

Professora Silvana Conti declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Porto Alegre (RS) em 2012, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 199 mil em receitas: R$ 77 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 42 mil do Fundo Partidário, R$ 32 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (75 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 186 mil, principalmente com pessoal (R$ 126 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Em 2012, 58% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 199 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 186 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 199 mil
75 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · Fundo Partidário 21% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 9% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 186 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 126 mil67,8%
  • Materiais impressosR$ 32 mil17,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil10,5%
  • AlimentaçãoR$ 4 mil2,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil2,4%
2012Vereadora, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
38 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 26% · empresas 13% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil58,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil23,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 1 mil5,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8003,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil9,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892