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Dr Antônio Cruz

Foto de Antonio Ferreira da Cruz Filho
Dr Antônio Cruz
Antonio Ferreira da Cruz Filho (nome civil)
13 eleições entre 1994 e 2022 · último partido MDB
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Dr Antônio Cruz (Antônio Ferreira da Cruz Filho) disputou 13 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, vereador, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Campo Grande em 2016, 2000 e 1996; deputado federal em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por MS: 76.443 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MS, declarou R$ 135 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 57 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 66 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 92 mil em 2020 (48% com correspondências e despesas postais) e R$ 45 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

12.392 votos em 2022 · 13 eleições

A votação de Antonio Ferreira da Cruz Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 135 mil em receitas · R$ 131 mil em gastos

Dr Antônio Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010, 2014 e 2022, e vereador em Campo Grande (MS) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 135 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 57 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 66 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil). Em 2020, 48% dos R$ 92 mil em gastos foram com correspondências e despesas postais; em 2016, 42% dos R$ 45 mil em gastos contratados foram com correspondências e despesas postais.

Receitas em 2022R$ 135 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 131 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 92 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 135 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 22% · pessoas 42% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 131 mil
tudo pago (100%)
  • Correspondências e despesas postaisR$ 66 mil50,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil23,0%
  • Materiais impressosR$ 16 mil12,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil7,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 8 mil6,1%
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 30% · pessoas 56% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 92 mil
tudo pago (100%)
  • Correspondências e despesas postaisR$ 44 mil48,0%
  • Materiais impressosR$ 27 mil28,9%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil12,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 7 mil7,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil3,0%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 51% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 19 mil41,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 16 mil34,1%
  • Materiais impressosR$ 8 mil18,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil4,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 8912,0%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 501 mil
doações de pessoas
partido 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 501 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 356 mil71,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 111 mil22,1%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil4,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil1,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 170 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil1,1%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 115 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 85% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 87 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 42 mil47,5%
  • Materiais impressosR$ 37 mil42,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil5,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil3,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 8401,0%
2010Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 348 mil
8 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 51% · pessoas 13% · empresas 29% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 348 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 192 mil55,0%
  • Materiais impressosR$ 135 mil38,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil1,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil1,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 12 mil3,3%
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 134 mil
24 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 55% · empresas menos de 1% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 134 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 55 mil40,7%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil7,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil3,5%
  • Encargos sociaisR$ 3 mil2,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil46,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.