Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Simões (Geraldo Simões de Oliveira) disputou 9 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010, 2006 e 1998; prefeito de Itabuna em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por BA: 88.796 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itabuna/BA, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 65 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 63 mil em 2018 (46% com publicidade por carros de som) e R$ 91 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
5.653 votos em 2020 (anulados) · 9 eleições
A votação de Geraldo Simões de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 131 mil em receitas · R$ 101 mil em gastos
Geraldo Simões declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Itabuna (BA) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 110 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 65 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2018, 46% dos R$ 63 mil em gastos foram com publicidade por carros de som; em 2016, 72% dos R$ 91 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2020R$ 131 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 101 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 63 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 3% · pessoas 47% · empresas 20% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 186 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 39 mil21,0%
Materiais impressosR$ 29 mil15,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil13,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil9,8%
Outras 6 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 75 mil40,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO5.653LItabuna, Bahia · 67 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Federal · PT · nº 13 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.