Mario Couto

Foto de Mario Couto Filho
Mario Couto
Mario Couto Filho (nome civil)
9 eleições entre 1990 e 2022 · último partido PL
76 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mario Couto (Mário Couto Filho) disputou 9 eleições entre 1990 e 2022, para senador, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2006; deputado estadual em 2002, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2022, para senador por PA: 1.485.453 votos. Na campanha de 2022 para senador por PA, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 44 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 344 mil), serviços advocatícios (R$ 230 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 163 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 59 mil em 2020 e R$ 165 mil em 2018.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.485.453 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de Mario Couto Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualSenadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados

Mario Couto declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Pará em 2006, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Belém (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 44 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 344 mil) e serviços advocatícios (R$ 230 mil). Em 2020, R$ 59 mil em gastos; em 2018, R$ 165 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2020R$ 59 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
12 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · pessoas 4% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
pago: R$ 1 milhão (95%)
  • Materiais impressosR$ 344 mil31,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 230 mil20,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 163 mil14,8%
  • Serviços contábeisR$ 140 mil12,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 225 mil20,4%
2020Prefeito, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 59 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 20 mil33,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 17 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 13 mil21,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil16,8%
2018Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 169 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 86% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 165 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 40 mil24,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 31 mil18,7%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 27 mil16,3%
  • Materiais impressosR$ 26 mil15,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 41 mil25,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2014Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 866 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 15% · empresas 17% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 866 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 240 mil27,7%
  • Materiais impressosR$ 179 mil20,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 144 mil16,7%
  • PessoalR$ 109 mil12,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 194 mil22,4%
2006Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 4% · empresas 34% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 244 mil23,0%
  • Serviços de terceirosR$ 35 mil3,3%
  • AlimentaçãoR$ 14 mil1,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil0,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 760 mil71,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892