Aleluia

Foto de José Carlos Aleluia Costa
Aleluia
José Carlos Aleluia Costa (nome civil)
8 eleições entre 1990 e 2018 · último partido DEM
71 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aleluia (José Carlos Aleluia Costa) disputou 8 eleições entre 1990 e 2018, para deputado federal e senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014, 2006, 2002, 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2010, para senador por BA: 951.199 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por BA, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 440 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 mil do Fundo Partidário, R$ 250 de outros recursos do partido, R$ 375 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 491 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 237 mil) e serviços de terceiros (R$ 209 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,5 milhões em 2014 e R$ 3,5 milhões em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

68.257 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de José Carlos Aleluia Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados

Aleluia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2014 e 2018, e senador por Bahia em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 440 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 mil do Fundo Partidário, R$ 250 de outros recursos do partido, R$ 375 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 491 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 237 mil). Em 2014, R$ 3,5 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 3,5 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,2 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 3,5 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
10 doadores pessoas físicas
FEFC 37% · Fundo Partidário 29% · partido menos de 1% · pessoas 32% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
pago: R$ 1,2 milhão (98%)
  • Materiais impressosR$ 491 mil41,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 237 mil19,9%
  • Serviços de terceirosR$ 209 mil17,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 106 mil8,9%
  • Outras 10 categoriasR$ 147 mil12,4%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,5 milhões
44 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 8% · partido e outras campanhas 70% · pessoas 5% · empresas 18%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 979 mil27,8%
  • Materiais impressosR$ 922 mil26,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 474 mil13,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 311 mil8,8%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 880 lançados como "diversas a especificar" e R$ 132 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 835 mil23,7%
2010Senador, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,5 milhões
3 doadores pessoas físicas
partido 39% · pessoas 2% · empresas 59%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 649 mil18,7%
  • PessoalR$ 451 mil13,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 399 mil11,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 329 mil9,5%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 205 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,6 milhão47,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 6% · empresas 93% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 259 mil21,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 257 mil21,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 144 mil11,9%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 143 mil11,8%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 65 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 404 mil33,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892