Ana Prudente (Ana Elizabeth Noll Prudente) disputou 1 eleição, em 2006, para senadora por SP, com 7.050 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2006 para senadora por SP, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 98 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 467) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 382).
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 104 mil em receitas · R$ 104 mil em gastos contratados
Ana Prudente declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 98 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 104 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 467).
partido e outras campanhas 4% · pessoas 2% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 4 mil3,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4670,4%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3820,4%
Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 1080,1%
Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 99 mil95,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.