Manoel Orgino

Foto de Manoel da Costa Orgino
Manoel Orgino
Manoel da Costa Orgino (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PMB
51 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Contador
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manoel Orgino (Manoel da Costa Orgino) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por ES: 665 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Guarapari/ES, declarou R$ 601 em receitas: R$ 101 de outras campanhas e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 601, principalmente com serviços de terceiros (R$ 500), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 58) e publicidade por materiais impressos (R$ 43). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 60% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

69 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Manoel da Costa Orgino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 601 em receitas · R$ 601 em gastos contratados

Manoel Orgino declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2014, e vereador em Guarapari (ES) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 601 em receitas: R$ 101 de outras campanhas e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 601, principalmente com serviços de terceiros (R$ 500) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 58). Em 2014, 60% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 601campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 601contratados
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Guarapari (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 601
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 83%
Gasto contratado
R$ 601
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 50083,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 589,7%
  • Materiais impressosR$ 437,2%
2014Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil60,5%
  • Materiais impressosR$ 65339,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892