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Cazuza (Mauri Padilha) disputou 2 eleições entre 2012 e 2018, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PR: 373 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauri Padilha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cazuza declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Araucária (PR) em 2012, e deputado estadual por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Em 2012, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Cazuza não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2018, para deputado estadual por PR, Cazuza teve 373 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputado estadual por PR, Cazuza declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Cazuza declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Araucária (PR) em 2012, e deputado estadual por Paraná em 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Cazuza foi em 2018, para deputado estadual por Paraná: 373 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Cazuza disputou 2 eleições, de 2012 a 2018: vereador em Araucária (PR) em 2012; deputado estadual por Paraná em 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cazuza concorreu pelo PSDB em 2012 e 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cazuza foi o 524º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Paraná em 2018, com 373 votos, <0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Cazuza para deputado estadual foi em Araucária (PR): 116 votos, 0,19% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto