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Julio Gonçalves

Foto de Julio da Silva Gonçalves Oliveira
Julio Gonçalves
Julio da Silva Gonçalves Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2014 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
39 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Administrador

Julio Gonçalves (Julio da Silva Gonçalves Oliveira) disputou 5 eleições entre 2014 e 2022, para deputado federal, prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Paracambi em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RJ: 11.466 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 160 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 308 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com pessoal (R$ 75 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 153 mil em 2020 e R$ 249 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

3.306 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Julio da Silva Gonçalves Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 160 mil em receitas · R$ 140 mil em gastos

Julio Gonçalves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Paracambi (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 160 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 308 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com pessoal (R$ 75 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 28 mil). Em 2020, R$ 153 mil em gastos; em 2018, 80% dos R$ 249 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 160 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 140 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 153 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2018, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 160 mil
doações de pessoas
FEFC 88% · Fundo Partidário 10% · pessoas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 140 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 75 mil53,5%
  • Materiais impressosR$ 28 mil19,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil15,1%
  • AlimentaçãoR$ 7 mil4,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 9 mil6,8%
2020Prefeito, Paracambi (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 154 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · pessoas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 153 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 43 mil28,1%
  • Materiais impressosR$ 22 mil14,5%
  • Serviços contábeisR$ 16 mil10,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil10,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil36,6%
2018Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 276 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 43% · partido e outras campanhas 51% · pessoas 3% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 249 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 200 mil80,3%
  • Materiais impressosR$ 31 mil12,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil3,8%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil1,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil1,6%
Ver a campanha anterior
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 78 mil
20 doadores pessoas físicas
partido 1% · pessoas 64% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 78 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil29,3%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil25,6%
  • Materiais impressosR$ 19 mil23,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil13,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil7,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.