Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lourival do Banerj (Lourival Benício Corrêa Filho) disputou 3 eleições entre 2004 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Magé/RJ: 27.088 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil), materiais de expediente (R$ 2 mil) e reembolsos de gastos realizados por eleitores (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
13.518 votos em 2006 · 3 eleições
A votação de Lourival Benício Corrêa Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados
Lourival do Banerj declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 17 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e materiais de expediente (R$ 2 mil).
partido e outras campanhas 19% · pessoas 56% · empresas 10% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil37,4%
Materiais de expedienteR$ 2 mil7,6%
Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 2 mil7,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil6,3%
Outras 8 categoriasinclui R$ 315 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil41,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2008NÃO ELEITO47.944LMagé, Rio de Janeiro · 61 anos · Ensino fundamental completo · Bancário e Economiário · PRB · nº 10 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PTB / PV / PT do B / PT / PSC / PSDB / PHS / PRB
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE13.518GRJ · 59 anos · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PSDB · nº 45631 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2004NÃO ELEITO27.088LMagé, Rio de Janeiro · 57 anos · Ensino fundamental completo · Aposentado (exceto Servidor Publico) · PHS · nº 31 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.