- Materiais impressosR$ 636 mil35,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 270 mil14,9%
- Serviços de terceirosR$ 246 mil13,6%
- Serviços advocatíciosR$ 150 mil8,3%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 175 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 507 mil28,0%
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Marcon (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 99.566 votos, segundo os dados do TSE. Marcon (Dionilso Mateus Marcon) disputou 9 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 129.352 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 248,1 milhões empenhados em 133 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 306 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 636 mil), militância e mobilização de rua (R$ 270 mil) e serviços de terceiros (R$ 246 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,8 milhão em 2022 e R$ 942 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 27 de outubro de 2026. Emendas, redes e mandato vêm das fontes abertas citadas em cada parte.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Dionilso Mateus Marcon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 20,95% da votação desta candidatura (99.566 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Marcon declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 636 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 270 mil); R$ 1,8 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 1,8 milhão em gastos; em 2018, R$ 942 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Declarou ao TSE bens que somam R$ 126.648,78 ao se candidatar a deputado federal (RS) em 2026.
Valores informados pela própria pessoa ao TSE, sem correção pela inflação e sem descontar dívidas. Dados do TSE, arquivo de 2026 gerado em 25/10/2026.
Na Câmara dos Deputados, Marcon teve R$ 248,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 133 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 306 municípios. Já foram pagos R$ 236,2 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 110,4 milhões em 45 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,6 milhões em 44 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,1 milhões em 44 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,5 milhões | R$ 29,7 milhões | 84% | 15 | 128 |
| 2025 | R$ 36,7 milhões | R$ 36,5 milhões | 99% | 17 | 119 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 37,3 milhões | 99% | 12 | 86 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 109,8 milhões | R$ 103,5 milhões | 94% | 44 | 229 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 23/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Marcon (PT) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 99.566 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputado federal pelo Rio Grande do Sul, Marcon (PT) teve 99.566 votos e foi eleito. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Marcon foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2026, 2022, 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, Marcon declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 76 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 636 mil), militância e mobilização de rua (R$ 270 mil) e serviços de terceiros (R$ 246 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Marcon declarou ao TSE gastos de R$ 1,8 milhão na campanha de 2022 a deputado federal por RS (tudo pago), R$ 942 mil na campanha de 2018 a deputado federal por RS (R$ 941 mil pagos), R$ 453 mil na campanha de 2014 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado), R$ 282 mil na campanha de 2010 a deputado federal por RS (gasto contratado declarado) e R$ 99 mil na campanha de 2006 a deputado estadual por RS (gasto contratado declarado), já encerradas. Na campanha de 2026, os gastos contratados chegam a R$ 1,8 milhão até 22/10/2026 (parcial; R$ 1,8 milhão já pagos). Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Na Câmara dos Deputados, Marcon teve R$ 248,1 milhões empenhados em 133 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 306 municípios; 95% já foram pagos até a coleta de out/2026, contando os restos a pagar. Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto.
Marcon declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Marcon foi em 2022, para deputado federal por Rio Grande do Sul: 129.352 votos. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Marcon disputou 9 eleições, de 1996 a 2026: vereador em Nova Santa Rita (RS) em 1996; deputado estadual por Rio Grande do Sul em 1998, 2002 e 2006; deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Foi eleito 8 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Marcon concorreu pelo PT em 1996, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Marcon foi o 18º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2026, com 99.566 votos, 1,64% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Marcon para deputado federal foi em Nova Santa Rita (RS): 2.994 votos, 20,61% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Rondinha (RS): 35,00% dos votos válidos da cidade (1.270 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto