- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 100 mil16,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 94 mil15,7%
- PessoalR$ 74 mil12,4%
- Materiais impressosR$ 66 mil11,0%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 265 mil44,2%
Segundo o Radar do Voto, Tati (PL) ficou como suplente de deputada estadual pelo Paraná em 2026, com 4.202 votos, pelo resultado oficial do TSE. Tati (Tatiana Assuiti) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de Araucária em 2024; vereadora de Araucária em 2016. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por PR: 4.202 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PR, declarou R$ 611 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 599 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 100 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 94 mil) e pessoal (R$ 74 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 141 mil, 76% com cessão ou locação de veículos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Tatiana Assuiti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tati declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Araucária (PR) em 2016, e deputada estadual por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 611 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 599 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 100 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 94 mil); R$ 592 mil já foram pagos. Em 2016, 76% dos R$ 141 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.