Paula Ioris

Foto de Paula Cristina Ioris de Oliveira
Paula Ioris
Paula Cristina Ioris de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2014 e 2026 · último partido PSD
64 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Psicólogo
Candidata a 1º Suplente · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · PSD · nº 555
Deferido
redes informadas ao TSE

Paula Ioris (Paula Cristina Ioris de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2014 e 2020, para vice-prefeita, deputada federal e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vice-prefeita de Caxias do Sul em 2020; vereadora de Caxias do Sul em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por RS: 25.005 votos. Em 2026, foi candidata a 1º suplente por RS pelo PSD. Na campanha de 2018 para deputada federal por RS, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil), serviços de terceiros (R$ 37 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2016 (44% com serviços de terceiros) e R$ 81 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

25.005 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Paula Cristina Ioris de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 221 mil em receitas · R$ 183 mil em gastos

Paula Ioris declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018, e vereadora em Caxias do Sul (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 221 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 183 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil) e serviços de terceiros (R$ 37 mil). Em 2016, 44% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 81 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 221 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 183 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 221 mil
8 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 90% · Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 183 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 104 mil56,7%
  • Serviços de terceirosR$ 37 mil20,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil11,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil6,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 11 mil5,9%
2016Vereadora, Caxias do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
20 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · pessoas 91%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil44,3%
  • Materiais impressosR$ 8 mil38,3%
  • PessoalR$ 1 mil6,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9004,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil7,1%
2014Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 29% · empresas 32% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28 mil34,6%
  • PessoalR$ 17 mil20,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15 mil18,6%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil12,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil13,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892