7 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PMDB
51 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Senador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vital (Vital do Rêgo Filho) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para governador, senador, deputado federal, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2010; deputado federal em 2006; deputado estadual em 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para senador por PB: 869.501 votos. Na campanha de 2014 para governador por PB, declarou R$ 9,7 milhões em receitas: R$ 5,7 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 670 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 3,2 milhões de empresas e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9,7 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,5 milhões), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,8 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,2 milhão). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 milhões em 2010 e R$ 348 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
106.162 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Vital do Rêgo Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 9,7 milhões em receitas · R$ 9,7 milhões em gastos contratados
Vital declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2006, senador por Paraíba em 2010, e governador por Paraíba em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 9,7 milhões em receitas: R$ 5,7 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 670 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 3,2 milhões de empresas e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9,7 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2,5 milhões) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,8 milhão). Em 2010, R$ 3 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 348 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 9,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 9,7 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 3 milhõescontratados, campanha encerrada
pessoas 49% · empresas menos de 1% · próprios 41% · outras 10%
Gasto contratado
R$ 348 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 75 mil21,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 62 mil17,9%
Materiais impressosR$ 55 mil15,7%
PessoalR$ 31 mil8,8%
Outras 13 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 126 mil36,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2000NÃO ELEITO12.538LCampina Grande, Paraíba · 37 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PDT · nº 12 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PSDC / PHS / PSD / PST / PTN / PAN / PT do B
Deputado Estadual · 1994ELEITO13.008GPB · 31 anos · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12345 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.