
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edwilson Negreiros (Francisco Edwilson Bessa Holanda de Negreiros) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Porto Velho em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2020, para vereador em Porto Velho/RO: 3.427 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por RO pelo PODE (situação do registro nos dados do TSE: renúncia). Na campanha de 2024 para vereador em Porto Velho/RO, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 77 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 18). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 56 mil em 2020 (63% com publicidade por adesivos) e R$ 36 mil em 2016.
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A votação de Francisco Edwilson Bessa Holanda de Negreiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edwilson Negreiros declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rondônia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 77 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2020, 63% dos R$ 56 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, R$ 36 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.