6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
52 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Odontólogo
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Geraldo (José Geraldo dos Santos) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Ipaumirim em 2016 e 2008; vereador de Ipaumirim em 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Ipaumirim/CE: 4.109 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ipaumirim/CE, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 27 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil) e publicidade por carros de som (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2012 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 20 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
4.109 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições
A votação de José Geraldo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 96 mil em receitas · R$ 96 mil em gastos contratados
Dr. Geraldo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ipaumirim (CE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Partidário, R$ 14 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 27 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil). Em 2012, 49% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 20 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 96 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 96 milcontratados
Gastos em 2012R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 93% · pessoas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 590,3%
Outras 1 categoriaR$ 20 mil99,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000NÃO ELEITO3.201LIpaumirim, Ceará · 36 anos · Superior completo · Odontólogo · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PPS
Vereador · 1996ELEITO356LIpaumirim, Ceará · 32 anos · Superior completo · Odontologo · PSDB · nº 45610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.