Gilson de Souza

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Gilson de Souza
7 eleições entre 2004 e 2024 · PT
61 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilson de Souza disputou 7 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, deputado estadual e 1º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 7.546 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Governador Valadares/MG, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2020 (40% com publicidade por materiais impressos) e R$ 84 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

850 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Gilson de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 36 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos

Gilson de Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Governador Valadares (MG) em 2008, 2012, 2020 e 2024, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com pessoal (R$ 17 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Em 2020, 40% dos R$ 24 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 84 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 36 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 24 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Governador Valadares (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 44% · pessoas 44% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 17 mil46,3%
  • Materiais impressosR$ 14 mil39,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil5,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 1 mil4,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil4,7%
2020Vereador, Governador Valadares (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 20% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 41% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 24 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil40,4%
  • PessoalR$ 5 mil20,9%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil14,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil11,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil12,0%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 84 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 62% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 84 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 28 mil33,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 12 mil14,5%
  • Materiais impressosR$ 11 mil13,2%
  • PessoalR$ 9 mil10,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 24 mil28,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Governador Valadares (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 59% · empresas menos de 1% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil45,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil34,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil8,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 2701,6%
2008Vereador, Governador Valadares (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 63% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil14,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil12,9%
  • Despesas postaisR$ 3612,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 10 mil56,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892