- Publicidade por adesivosR$ 54 mil23,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil22,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 27 mil11,9%
- Serviços advocatíciosR$ 24 mil10,4%
- Outras 6 categoriasR$ 72 mil31,8%
Segundo o Radar do Voto, Jorge Panzera (PCDOB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Pará em 2026, com 12.416 votos, pelo resultado oficial do TSE. Jorge Panzera (Jorge Luiz Guimarães Panzera) disputou 5 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PA: 22.893 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PA, declarou R$ 379 mil em receitas: R$ 370 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 226 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 54 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 27 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 596 mil em 2022 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 296 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jorge Luiz Guimarães Panzera em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jorge Panzera declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2010 e 2014, e deputado estadual por Pará em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 379 mil em receitas: R$ 370 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 9 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 226 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 54 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil); R$ 159 mil já foram pagos. Em 2022, 60% dos R$ 596 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 59% dos R$ 296 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.