- Materiais impressosR$ 36 mil51,5%
- PessoalR$ 19 mil27,6%
- Serviços contábeisR$ 8 mil10,9%
- Serviços advocatíciosR$ 6 mil8,7%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 9061,3%
Segundo o Radar do Voto, Cristiane Sales (PT) ficou como suplente de deputada estadual pelo Amazonas em 2026, com 2.406 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cristiane Sales (Cristiane Amaral Sales Telles) disputou 10 eleições entre 2004 e 2026, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por AM: 9.775 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AM, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 357 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil), pessoal (R$ 19 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 93 mil em 2024 (50% com pessoal) e R$ 36 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristiane Amaral Sales Telles em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cristiane Sales declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputada estadual por Amazonas em 2006, 2018, 2022 e 2026, deputada federal por Amazonas em 2014, e vereadora em Manaus (AM) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 357 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e pessoal (R$ 19 mil); R$ 54 mil já foram pagos. Em 2024, 50% dos R$ 93 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 76% dos R$ 36 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.