Prof. Edilson Moura

Foto de Edilson Moura da Silva
Prof. Edilson Moura
Edilson Moura da Silva (nome civil)
7 eleições entre 2002 e 2024 · PT
61 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Edilson Moura (Edilson Moura da Silva) disputou 7 eleições entre 2002 e 2024, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Belém em 2020; deputado estadual em 2010; vereador de Belém em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PA: 32.402 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belém/PA, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 51 mil de doações privadas (79 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 22 mil), locação de imóveis (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 233 mil em 2014 e R$ 219 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

2.702 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Edilson Moura da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 57 mil em receitas · R$ 57 mil em gastos contratados

Prof. Edilson Moura declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pará em 2010 e 2014, e vereador em Belém (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 51 mil de doações privadas (79 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 22 mil) e locação de imóveis (R$ 8 mil). Em 2014, R$ 233 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 219 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 57 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 57 milcontratados
Gastos em 2014R$ 233 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
79 doadores pessoas físicas
pessoas 89% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 22 mil38,6%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil14,5%
  • Materiais impressosR$ 8 mil13,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7 mil12,2%
  • Outras 7 categoriasR$ 12 mil20,8%
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 233 mil
62 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 65% · empresas menos de 1% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 233 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60 mil25,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 58 mil24,8%
  • Materiais impressosR$ 55 mil23,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 17 mil7,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 115 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil18,7%
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 219 mil
122 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 62% · empresas 10%
Gasto contratado
R$ 219 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil17,5%
  • PessoalR$ 29 mil13,2%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 17 mil7,6%
  • Materiais impressosR$ 10 mil4,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 125 mil57,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004, 2010 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892