Aldenor Cabra Bom

Foto de Aldenor Freitas de Queiroz
Aldenor Cabra Bom
Aldenor Freitas de Queiroz (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PTB
62 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aldenor Cabra Bom (Aldenor Freitas de Queiroz) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Ibaretama em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em Ibaretama/CE: 439 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ibaretama/CE, declarou R$ 550 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com serviços de terceiros (R$ 550). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2012 (100% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 5 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Aldenor Freitas de Queiroz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 550 em receitas · R$ 550 em gastos contratados

Aldenor Cabra Bom declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Ibaretama (CE) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 550 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com serviços de terceiros (R$ 550). Em 2012, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, 93% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 550campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 550contratados
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Ibaretama (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 550
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 550
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 550100,0%
2012Vereador, Ibaretama (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 52% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil100,0%
2008Vereador, Ibaretama (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil92,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2003,8%
  • Materiais impressosR$ 1552,9%
  • Encargos sociaisR$ 270,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892