Lila (José Wilame de Fraga) disputou 4 eleições entre 2002 e 2012, para prefeito, vice-prefeito e 1º suplente senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Lagarto em 2012; vice-prefeito de Lagarto em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Lagarto/SE: 29.581 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Lagarto/SE, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 252 mil de doações privadas (75 doadores), R$ 42 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 20 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 107 mil.
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Evolução da votação nas eleições
29.581 votos em 2012 (eleito) · 4 eleições
A votação de Jose Wilame de Fraga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 308 mil em receitas · R$ 105 mil em gastos contratados
Lila declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Lagarto (SE) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 308 mil em receitas: R$ 252 mil de doações privadas (75 doadores), R$ 42 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 105 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 20 mil). Em 2008, R$ 107 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 308 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 105 milcontratados
Gastos em 2008R$ 107 milcontratados, campanha encerrada
partido 47% · pessoas 22% · empresas 19% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 107 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 40 mil38,0%
Publicidade por carros de somR$ 16 mil14,5%
Serviços de terceirosR$ 15 mil14,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil12,4%
Outras 7 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil21,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.