- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil78,4%
- Materiais impressosR$ 55410,9%
- Serviços de terceirosR$ 55010,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vânia Advogada (Vânia Maria de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2012 e 2014, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada estadual por MG, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 550 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 554) e serviços de terceiros (R$ 550). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.
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Vânia Advogada declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Itabira (MG) em 2012, e deputada estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 550 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 554). Em 2012, 46% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.