Rogerio Salles declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Mato Grosso em 2006 e 2014, deputado federal por Mato Grosso em 2010 e 2014, e prefeito em Rondonópolis (MT) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de doações privadas (49 doadores) e R$ 732 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 633 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 249 mil). Em 2014, R$ 19 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 1,8 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,8 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas52006, 2010, 2014 e 2016
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
49 doadores pessoas físicas
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 633 mil35,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 249 mil13,9%
- Serviços de terceirosR$ 180 mil10,0%
- Materiais impressosR$ 119 mil6,6%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 212 lançados como "diversas a especificar" e R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 615 mil34,2%
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · empresas 17% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil31,4%
- PessoalR$ 4 mil22,1%
- Locação de imóveisR$ 4 mil20,9%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil15,7%
- Outras 1 categoriaR$ 2 mil9,9%
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 10% · empresas 34% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 268 mil22,1%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 211 mil17,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 187 mil15,4%
- PessoalR$ 78 mil6,4%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 349 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 471 mil38,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 407 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 50% · empresas 29% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 407 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 98 mil24,1%
- Materiais impressosR$ 88 mil21,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil9,1%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil4,5%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 165 mil40,6%
Arrecadado
R$ 886 mil
102 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 44% · empresas 13% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 886 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 91 mil10,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil6,5%
- Publicidade por carros de somR$ 27 mil3,0%
- Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 24 mil2,8%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 27 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 686 mil77,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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