Rogerio Salles

Foto de Jose Rogerio Salles
Rogerio Salles
Jose Rogerio Salles (nome civil)
6 eleições entre 1998 e 2016 · último partido PSDB
63 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Economista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rogerio Salles (Jose Rogério Salles) disputou 6 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito, senador, deputado federal, vice-prefeito e vice-governador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Rondonópolis em 2012; vice-governador em 1998. A maior votação foi em 2014, para senador por MT: 541.357 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Rondonópolis/MT, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de doações privadas (49 doadores) e R$ 732 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 633 mil), militância e mobilização de rua (R$ 249 mil) e serviços de terceiros (R$ 180 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2014 e R$ 1,2 milhão em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

29.920 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Jose Rogerio Salles em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorSenadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1,8 milhão em receitas · R$ 1,8 milhão em gastos contratados

Rogerio Salles declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Mato Grosso em 2006 e 2014, deputado federal por Mato Grosso em 2010 e 2014, e prefeito em Rondonópolis (MT) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de doações privadas (49 doadores) e R$ 732 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 633 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 249 mil). Em 2014, R$ 19 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1,8 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,8 milhãocontratados
Gastos em 2014R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas52006, 2010, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Rondonópolis (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
49 doadores pessoas físicas
pessoas 59% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 633 mil35,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 249 mil13,9%
  • Serviços de terceirosR$ 180 mil10,0%
  • Materiais impressosR$ 119 mil6,6%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 212 lançados como "diversas a especificar" e R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 615 mil34,2%
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · empresas 17% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil31,4%
  • PessoalR$ 4 mil22,1%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil20,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil15,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil9,9%
2014Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 10% · empresas 34% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 268 mil22,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 211 mil17,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 187 mil15,4%
  • PessoalR$ 78 mil6,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 349 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 471 mil38,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 407 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 50% · empresas 29% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 407 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 98 mil24,1%
  • Materiais impressosR$ 88 mil21,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil9,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil4,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 165 mil40,6%
2006Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 886 mil
102 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas 44% · empresas 13% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 886 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 91 mil10,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil6,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 27 mil3,0%
  • Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 24 mil2,8%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 27 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 686 mil77,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892