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Foto de Manoel Felicio Botino Gigueira

Mané Gigueira

Manoel Felicio Botino Gigueira (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PTB
59 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Mané Gigueira (Manoel Felicio Botino Gigueira) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vice-prefeito e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Lupércio/SP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 231 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil).

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Evolução da votação nas eleições

848 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Manoel Felicio Botino Gigueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Mané Gigueira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Lupércio (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 231 de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).

Receitas em 2016R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Lupércio (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 56% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil27,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil22,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil22,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil12,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 192 doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil15,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.