- PessoalR$ 48 mil29,7%
- Publicidade por adesivosR$ 39 mil24,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil14,4%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 15 mil9,4%
- Outras 8 categoriasR$ 35 mil22,1%

Noronha (Cicero Alves de Noronha Filho) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Guajará-Mirim/RO e foi eleito com 10.873 votos, segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Guajará-Mirim/RO, declarou R$ 160 mil em receitas: R$ 72 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com pessoal (R$ 48 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 23 mil).
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Noronha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Guajará-Mirim (RO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 160 mil em receitas: R$ 72 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com pessoal (R$ 48 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.