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Betão Campos

Foto de José Alberto de Macêdo Campos
Betão Campos
José Alberto de Macêdo Campos (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2026 · último partido UNIÃO
59 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
Candidato a Deputado Estadual · Bahia · Eleições 2026 · UNIÃO · nº 44789
redes informadas ao TSE

Betão Campos (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 886 votos, pelo resultado oficial do TSE. Betão Campos (José Alberto de Macêdo Campos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Euclides da Cunha em 2016. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 271 mil em receitas: R$ 258 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil), pessoal (R$ 36 mil) e serviços contábeis (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

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Evolução da votação nas eleições

886 votos em 2026 · 2 eleições

A votação de José Alberto de Macêdo Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 271 mil em receitas · R$ 108 mil em gastos contratados

Betão Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Bahia em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 271 mil em receitas: R$ 258 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil) e pessoal (R$ 36 mil); R$ 78 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 271 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 108 milcontratados, parcial; R$ 78 mil pagos
Campanhas12026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 271 mil
sem doações de pessoas
FEFC 95% · Fundo Partidário 1% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 108 mil
pago até agora: R$ 78 mil (73%)
  • Materiais impressosR$ 39 mil35,8%
  • PessoalR$ 36 mil33,0%
  • Serviços contábeisR$ 25 mil23,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil4,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil3,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.