- Materiais impressosR$ 17 mil23,3%
- PessoalR$ 10 mil14,6%
- Serviços de terceirosR$ 4520,6%
- Locação de imóveisR$ 2000,3%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 346 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil61,1%
Eduardo Tomich (Eduardo Lopes Tomich) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Teófilo Otoni/MG, com 3.252 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Teófilo Otoni/MG, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 71 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 13 mil) e pessoal (R$ 10 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Eduardo Tomich declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Teófilo Otoni (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 71 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 71 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 13 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.