Waltinho Paixão

Foto de Walter de Almeida Paixão
Waltinho Paixão
Walter de Almeida Paixão (nome civil)
8 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PATRIOTA
66 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Contador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Waltinho Paixão (Walter de Almeida Paixão) disputou 8 eleições entre 2002 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Mesquita em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Mesquita/RJ: 36.441 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), locação de imóveis (R$ 10 mil) e publicidade por adesivos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 136 mil em 2014 (60% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 71 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.919 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Walter de Almeida Paixão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 79 mil em receitas · R$ 46 mil em gastos

Waltinho Paixão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 47 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e locação de imóveis (R$ 10 mil). Em 2014, 60% dos R$ 136 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2006, R$ 71 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 79 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 46 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 136 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 79 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 13% · partido e outras campanhas 59% · pessoas 6% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 46 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 13 mil29,3%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil21,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil21,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil16,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil11,0%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 136 mil
22 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 29% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 136 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 82 mil60,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil12,5%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil10,4%
  • Materiais impressosR$ 12 mil8,6%
  • Outras 4 categoriasR$ 11 mil8,2%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 71 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 44% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 71 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil33,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 17 mil23,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil10,4%
  • Materiais impressosR$ 5 mil7,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 17 mil24,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892